Lucas Miyazaki é escritor e sazonalmente perfomer, trabalhando na intersecção entre literatura e teatro.
É autor dos livros Elefantes (Vencedor do Prêmio Nascente 2015) e Catálise (2022) publicada pelo selo Vírus, dedicado a livros contemporâneos da América Latina. Também publicou as narrativas “Hashigakari” (Peixe-boi, 2021, Ricardo Domeneck org.), “Radio Silence” (Lisboa, Enfermaria 6, 2015) e “História de como voltei ao seu lugar” (revista Modo de usar, 2014). Traduziu o livro Diwan (2024), do autor mexicano Mario Bellatin.
No campo das artes cênicas, fundou e idealizou o grupo Dispêndio, juntamente com Oliver Olívia e Antonio Salviano, por meio do qual co-criou as peças Ele, Não ela e Culpa.
Participou da dramaturgia e performance da peça “O sol desapareceu” (dir. Janaína Leite, 2023), da residência “Voo livre” (Marcio Abreu, Cia Brasileira de Teatro, 2024) e da peça “O coro dos que dão as costas” (2025, Cia de Teatro Acidental), dentre outras.
Escreveu diversos ensaios e artigos sobre literatura e teatro: “Sobre estar de costas: uma dramaturgia de Artur Kon pensada a partir de Elfriede Jelinek (2025)” / “Procedimento e performance no romance contemporâneo” (2024) / “Corpos em deriva” (2024) / “Sobre laboratórios e tábuas, fragmentos em César Aira” (2018) / “Paisagens relacionais – sobre três poéticas de 2017” (2017), dentre outras. Colaborou como editor nas revistas “Crioula” e “Lápis – Laboratórios de criação”.
É mestre em Estudos Comparados pela USP, com a pesquisa “Narrativa em ato: literaturas performáticas na cena contemporânea (ensaio teórico seguido de Rebutô)” (2025).